Empresas direcionam maquinários para mudar atividade durante a crise

Para driblar os efeitos da crise provocada pelo novo coronavírus, empresas e trabalhadores estão se reinventando e ajudando quem sofre com o avanço da pandemia.

Com as atividades paradas, muitos deles encontraram na produção de equipamentos de proteção e prevenção contra a doença uma forma de continuar pagando as contas.

Especializada na produção de mobiliário, a arquiteta Cláudia Taitelbaum encontrou na matéria prima que usava uma saída para o negócio ativo.

Por serem totalmente de plástico, as máscaras da Cláudia podem ser reaproveitadas e estão fazendo sucesso. A empresária doou 200 delas para o Hospital Sao Paulo, da Unifesp, e agora passa a aceitar encomendas.

O mesmo aconteceu com Lucia Carvalho. A empresária, que trabalha com utensílios para artesanato, percebeu que podia vender kits de produção de máscaras caseiras.

A costureira Claudia Mazzer também viu a rotina mudar depois que o Ministério da Saúde recomendou o uso de máscaras de pano.

Entre as grandes empresas que também resolveram começar a produzir insumos para o combate ao coronavírus, a Ambev, que já tinha anunciado a produção de álcool em gel, agora também fará protetores faciais.

A matéria prima será a garrafa PET, usada na fabricação de refrigerantes. No total, serão 500 mil máscaras que serão enviadas a profissionais de saúde.

*Com informações da repórter Beatriz Manfredini