Sem trabalho, catadores lutam para sobreviver durante pandemia

Desde 2004, a Cooperativa Popular Amigos do Meio Ambiente opera no Rio de Janeiro buscando materiais recicláveis no lixo da cidade.

A COOPAMA já processou mais de 8 mil toneladas de reciclado e empregou cerca de 900 pessoas. Hoje, as instalações estão vazias, por causa da epidemia de coronavírus.

Sem ter como trabalhar, o presidente da COOPAMA conta que os funcionários da cooperativa vivem de doações.

O jovem Jhonatan Ezequiel, funcionário da COOPAMA há quatro meses, diz que a maior preocupação é com a saúde da família. Já a catadora Deise Geraldine se pergunta como conseguirá atender as necessidades da filha pequena.

De acordo com o Movimento Eu Sou Catador, o rendimento médio de catadores de lixo é de R$ 680 por mês.

* Com informações da repórter Nanny Cox