Com casal, polícia encontrou R$ 7,5 mil que teriam sido obtidos com a venda de anéis, uma corrente, além de celulares, óculos e perfumes.

Material apreendido com o casal suspeito de furtar joalherias — Foto: Raquel Freitas/G1
Material apreendido com o casal suspeito de furtar joalherias — Foto: Raquel Freitas

A Polícia Civil deu detalhes nesta quinta-feira (5) das investigações que levaram à prisão de uma dupla suspeita de furtos a joalherias em Minas e em outros estados do país. A corporação estima que os prejuízos causados pelo casal, em dois meses, cheguem a quase R$ 200 mil.

Adriana Yamamotto, de 47 anos, Yago Alkimim, de 24 anos, foram presos na última terça-feira (3), em Belo Horizonte, quando estavam prestes a embarcar em um ônibus clandestino para Montes Claros, no Norte de Minas. Com eles, a polícia encontrou R$ 7,5 mil, que teriam sido obtidos com a venda de anéis, uma corrente, além de celulares, óculos, perfumes e outros objetos que seriam furtados.

O casal começou a ser investigado depois de um furto a uma joalheria em Poços de Caldas, no Sul de Minas, ocorrido em junho. Só neste crime, de acordo com a delegada Juliane Emiko, o prejuízo foi de R$ 12 mil.

A ação foi registrada por imagens de circuito de segurança, que ajudaram a polícia chegar aos suspeitos. No vídeo, é possível ver a mulher escondendo as joias dentro da blusa, por exemplo.

“Ela (Adriana) tem isso como meio de vida. Nunca parou em uma cidade mais de quatro, três dias. Onde ia, praticava furtos. Ela tinha dois receptadores, em em São Paulo e outro em Belo Horizonte”, disse a delegada Juliane.

Adriana Yamamotto e Yago Alkimim foram localizados pela polícia antes de embarcar em ônibus clandestino — Foto: Raquel Freitas/G1
Adriana Yamamotto e Yago Alkimim foram localizados pela polícia antes de embarcar em ônibus clandestino — Foto: Raquel Freitas

Durante o período em que era investigados, eles teriam cometido crimes em outras cidades mineiras, como Divinópolis, Guaxupé e Uberlândia, além de cidades de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

A polícia acredita acredita que a joias eram vendidas a receptadores nas capitais mineira e paulista.

De acordo com a delegada, contra Adriana, já havia três mandados de prisão em aberto, sendo o primeiro deles expedido pela Justiça do Rio de Janeiro em 2017.

Mulher foi flagrada escondendo joias dentro da blusa — Foto: Reprodução
Mulher foi flagrada escondendo joias dentro da blusa — Foto: Reprodução